domingo, 13 de Dezembro de 2009

FUTEBOL POPULAR

NO DUELO VIZELENSE PREVALECEU A LEI DO MAIS FORTE

INFIAS – MONTESINHOS 0-2

1ª Divisão10ª Jornada

Campo: Santo Adrião

Arbitro: Filipe Pires

Árbitros Assistentes: Carlos Teixeira e Paulo Sousa


INFIAS: Emanuel: Zé Ângelo, Carlos Sampaio (Hélder19), Carlos Abílio e Vitinha; Gilberto, Hugo, Paulo e Bino (Miguel 64); Tiago e Nando.

Treinador: Ricardo Silva


MONTESINHOS: Sérgio; Pedro, Manel, Stephane e Marco; Tony (Armindo 79), David (Gil 64), Rafa e Tiago (André 82); Óscar (Cesário 88) e João Paulo (Rui 77).

Treinador: Gil Soares

Ao Intervalo: 0-2
Marcador: 0-1 Óscar (5) 0-2 Stephane (14)

Disciplina: cartão amarelo a Carlos Abílio, Hélder e Miguel (Infias), David e Óscar (Montesinhos)

O Futebol popular é suportado pela carolice de uns tantos, que fazem deste desporto, o futebol das aldeias, a sua opção de vida sem pediram nada em troca. São eles, que de forma abnegada, proporcionam, a muitos jovens e menos jovens, a oportunidade de praticarem desporto, que de outra maneira não teriam possibilidades, para o fazer. Estes de quem os meios de comunicação não falam, estão a substituir o poder político, que, segundo reza a Constituição da Republica, devem arranjar condições, para que todo o cidadão, tenha acesso à prática desportiva, como forma de garantir a sua qualidade de vida.


Isto vem a propósito da forma como o Infias, tem que organizar os seus jogos, num campo emprestado, a mais de uma dezena de quilómetros da sua Sede, porque um tal “PDM” , teima em lhe tornar a vida negra. O Infias está sedeado no concelho de Vizela, mas em Guimarães há o Clubes na mesma situação. Os Mesmos das Cancelas da Veiga, têm que andar com a casa às costas para jogar Gonça e “Os Unidos do Cano” a S. Lourenço de Selho. Isto com um pouco de boa vontade, dos senhores que governam as autarquias, não havia “PDM” que causasse entrave, à construção de um campo, para a prática do futebol dos pobres.


Quanto ao jogo, o Montesinhos entrou em campo como primeiro classificado, venceu, beneficiou do empate da Valinha, em casa, com o Atães, e ficou mais primeiro. O Infias era a Lanterna Vermelha, como foi derrotado, continua último, uma situação nada agradável.

Como diz o povo “candeia que vai à frente alumia duas vezes”, e de facto a estrelinha do guia, funcionou às mil maravilhas. A formação da encosta do Monte de S. Bento das Pêras, nas duas primeiras vezes que foi à baliza do Infias marcou. Aos catorze minutos já vencia por 2-0 e a partir daí foi só gerir a vantagem. Os homens de Infias, debilitados psicologicamente, e ainda com este revés, pouco podiam fazer. Bem tentaram e se calhar, construíram mais ocasiões para marcar, que o seu adversário, mas na hora de decidir, o nervoso miudinho que se apodera das mentes nestas circunstâncias, não permite que as coisas saiam como desejaríamos. O Infias vive este dilemas, como outras equipas na sua situação, mas os seus responsáveis têm que apelar à calma, em vez de enveredarem pelo sistema de protestar, por protestar, porque não è a via adequada para resolver os problemas. Esperamos que o Infias, consiga resolver os problemas que afectam a equipa de futebol, porque o valor dos seus jogadores, não tem nada a ver com a classificação que a equipa ocupa



Resultados gerais


1ª Divisão (10ª Jornada)


Valinha x Atães,1-1


S. Cristóvão x Pinheiro, 2-1


Abação x Infantas, 4-0


Infias x Montesinhos, 0-2


S. Faustino x Un Cano, 2-1


Tagilde x Matamá, 1-



2ª Divisão (6ª Jornada)


Salgueiral x Atlético, 1-1


Gémeos x Os Mesmos, 2-1


Castelões x Santiago, 0-2


S. Romão x Serzedo, 0-3


Folgou: Calvos


Próximos Jogos


1ª Divisão (11ª Jornada)


Atães x S. Cristóvão


Pinheiro x Valinha


Abação x S. Cristóvão


Montesinhos x Infantas


Un. Cano x Infias


Matamá x S. Faustino



2ª Divisão (7ª Jornada)


Serzedo x Salgueiral


Atléticos x Gémeos


Os Mesmos x Castelões


Santiago x Calvos


Folga: S. Romão



No próximo fim-de-semana, os campeonatos sofrem uma paragem para dar lugar a mais uma jornada dos jogos Inter-concelhos, com o seguinte calendário:



TAÇA FEDERAÇÃO DE FUTEBOL POPULARA DO NORTE (2ª Jornada)


SÉRIE A


17h30-Rebordões (St.Tirso) – Averomar (P.Varzim)


15h-Calçada (Penafiel) – Carvalhal (Barcelos)



SÉRIE B


15h-Águias de Galegos (Penafiel) – Rio Mau (V. Conde)


18h-Terroso (P.Varzim) – ABCD (St. Tirso)



SÉRIE C


16h-Amorim (P.Varzim) – S. Mamede (St. Tirso)


15h-Boelhe (Penafiel) – Amigos de Quinchães (Fafe)



SÉRIE D


15h-S. Cristóvão (Guimarães) – Canelas (Penafiel)


15h-Rio Largo (Espinho) – Moinhos Paradela (Barcelos)



SÉRIE E


16h-Guimarei (St. Tirso) – Valinha (Guimarães)


17h-Bagunte (V. Conde) – S. Clemente (Fafe)



SÉRIE F


15h-Juv. Trofa (Trofa) – Fornelo (V. Conde)


18h-Palme (Barcelos) – Abação (Guimarães)



SÉRIE G


15h-Desp. Campo (Barcelos) – Ribeiros (Fafe)


15h-Infias (Guimarães) – Sande (M. Canavezes)



SÉRIE H


15h30-Aveleda (V. Conde) – Fonte Coberta (V. Conde)


15h-Fareja (Fafe) – Estela (P. Varzim)



TAÇA DAS TAÇAS (1ª Jornada)


SÉRIE A


15h- Aboim (Fafe) – Arca (St. Tirso)


15h-Irivo (Penafiel) – Tougues (V. Conde)


15h-Guidões (Trofa) – Laúndos (P. Varzim)



SÉRIE B


15h-Carvalhosa (M. Canavezes) – Un. Cano (Guimarães)


15h-Magos Anta (Espinho) – Aguçadoura (P. Varzim)


Folga: Macieira de Rates (Barcelos)




TAÇA DOS CAMPEÕES (2ª Jornada)



SÉRIE A


15h-Montesinhos (Guimarães) – Juv. Norte (P.Varzim)


15h- Regadas (Fafe) – Penha Longa (M. Canavezes)


15h30-Negrelos (St. Tirso) – Juv. Outeiros (Espinho)



SÉRIE B


15h-Carapeços (Barcelos) – Retorta (V. Conde)


18h-Leões Bairristas (Espinho) – Portela do Monte (Penafiel)


Folga: Alvarelhos (Trofa)



António Araújo








domingo, 6 de Dezembro de 2009

FUTEBOL POPULAR

NO APROVEITAR ESTEVE O GANHO”

OS MESMOS x SALGUEIRAL 1-2

2ª Divisão 5ª Jornada

Campo: Gonça

Arbitro: Filipe Matos

Árbitros Assistentes: Fernando Pinto e Angelino Marques

OS MESMOS: Sérginho: Emanuel, Zé Tó, Samuel e Carlos;

Nuno, Chapa e André (Berto 71); Fausto, Zepa (Zé Miguel 84) e Romeu

Treinador: Carlos Casal

SALGUEIRAL: Bruno; Maurício, Sérgio, Hugo e Risota; Domingos, Rui Pedro (Chiquinho 86), Pedro Miguel e Piet; Vizela (Fontes 90) e Chico.

Treinador: Figueiredo

Ao Intervalo: 1-1

Marcador: 0-1 Vizela (8), 1-1 Fausto (25), 1-2 Maurício (64 gp)

Disciplina: cartão amarelo a Domingos, Chico, Rui Pedro e Maurício (Os Mesmos). Sérginho, Emanuel e Samuel (Salgueiral)

Em futebol os resultados são feitos de golos, independentemente das estatísticas de posse de bola, das ocasiões que cada equipa conseguiu construir para os marcar, porque só conta quando a bola ultrapassa o risco fatal. Chama-se na “gíria” eficácia.

A formação das Cancelas da Veiga entrou muito bem no jogo, com futebol vistoso, apesar do meu tempo, criou diversas ocasiões para marcar, mas os seus avançados não acertavam com a baliza de Bruno. Muitas vezes por mérito deste, sempre muito atento e a revelar-se um grande guarda-redes, outras por falta de serenidade nos momentos decisivos. Deu para perceber, que as características dos jogadores do Carlos Casal, não são compatíveis com terrenos lamacentos e encharcados de água, como aconteceu neste jogo, porque preferem jogar com a bola no chão. Os visitantes mais serenos, mais senhores do seu papel, traziam trabalho de casa, e como jogavam no terreno do adversário, o adversário que atacasse. Com essa táctica de contenção, conseguiram, na primeira vez que se aproximaram da baliza do Sérginho, passar para a frente no marcador, com um golo do Vizela, que aproveitou, muito bem, uma desatenção da defesa local. Os Mesmos das Cancelas da Veiga, continuaram a ser a equipa mais atacante, mas muito perdulária, enquanto os visitantes iam gerindo a vantagem. Aos ataques continuados dos homens da casa, respondia a formação visitante com o contra-ataque, causando alguns calafrios nas hostes contrárias. Mas o empate surgiu, na cobrança de um livre directo, perto da área do Salgueiral, superiormente executado por Fausto, um veterano nestas andanças do futebol popular. O empate verificado ao intervalo, era, sem sombra de dúvida, lisonjeiro para os visitantes. Após o descanso as duas equipas regressaram sem alterações, mas notava-se que o conjunto do Salgueiral vinha mais agressivo, mais virados para o ataque, razão porque o intervalo terá sido bom conselheiro. Foram aproveitando de forma consciente, o abrandamento, esperado, dos homens da casa, devido ao esforço da primeira parte, provocado pelas condições do terreno, para equilibrar a partida e tentar a vitória. Paulatinamente foram-se abeirando da área adversária com algum perigo e dessa forma, os pupilos do Figueiredo foram criando algum desconforto nas hostes locais, que se viam obrigados a recorrer à falta. Quando o Piet se encaminhava para a baliza foi travado, já dentro da área, e árbitro em cima da jogada, apontou a marca da grande penalidade. O Maurício chamado a cobrar o castigo máximo não falhou, fez o 1-2, e estabeleceu o resultado final. Os Mesmos podem-se se queixar da falta de sorte… uma bola que se encaminhava para a baliza, com o guarda-redes batido, parou, em cima da linha de golo, num charco de água e ainda falharam um penalty ao cair do pano. Se a lógica se aplicasse ao futebol, a equipa da casa tinha vencido. Mas como os resultados são feitos de golos, as vitórias são sempre justas porque vence quem marca, e também, premeia a eficácia.

Resultados gerais

1ª Divisão (9ª Jornada)

Pinheiro x Atães, 3-3

Abação x S. Cristóvão, 6-2

Montesinhos x Infantas, 2-1

Un. Cano x Infias, 2-1

Matamá x S. Faustino, 2-1

Valinha x Tagilde, 0-0

2ª Divisão (5ª Divisão)

Os Mesmos x Salgueiral, 1-2

Santiago x Gémeos, 2-1

Calvos x Castelões, 3-0

Atlético x S. Romão, 12-0

Folgou Serzedo

Próximos jogos

1ª Divisão (10ª Jornada)

Valinha x Atães

S. Cristóvão x Pinheiro

Infantas x Abação

Infias x Montesinhos

S. Faustino x Un Cano

Tagilde x Matamá

2ª Divisão (6ª Jornada)

Salgueiral x Atlético

Gémeos x Os Mesmos

Castelões x Santiago

S. Romão x Serzedo

Folga: Calvos




segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

O PRIMEIRO DE DEZEMBRO



Já lá vão 365 anos quando Portugal se libertou de 60 longos anos de jugo espanhol, embora as guerras da Restauração continuassem por mais 25 longos anos até que os espanhóis se convencessem finalmente que Portugal era um reino independente. O 1 de Dezembro de 1640 marca um momento importante da história do nosso país.
Porque razão se comemora o feriado de 1º de Dezembr


D. Filipe I prometeu aos portugueses, manter o português como língua oficial, manter a moeda, os cargos administrativos que eram ocupados por portugueses e o lançamento de um novo imposto, era revisto primeiro pelas cortes.
No reinado de D Filipe III as coisas começaram a piorar, a Espanha entrou na guerra dos trinta anos, havia ataques de piratas e corsários, fomes, pestes, derrota da armada invencível, endividamento da coroa e diminuição das remessas americanas. Por estas razões os portugueses começaram a lutar pela independência, principalmente os nobres, que tinham perdido oscargos administrativos. Organizaram uma investida ao palácio, onde se encontrava a Duquesa de Mântua, que governava Portugal a mando de seu primo, D. Filipe III, e o secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos. Os nobres mandaram o Manuelinho, um homem louco, para afixar cartazes, que diziam que Portugal tem que ser um reino independente.
No dia 1 de Dezembro, um grupo de 40 nobres, organizaram, às escondidas, um assalto ao palácio onde se encontrava a Duquesa de Mântua e secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos.
Apresionaram a Duquesa de Mântua e o secretário de Estado, atiraram-nos da janela onde se encontravam.
O novo rei, D. João IV, ao ser aclamado, entregou a sua coroa a Nossa Senhora, ela sim, era a verdadeira Rainha de Portugal, para os crente, porque sempre ajudou Portugal. A partir daí nenhum outro rei usou a coroa.

O 1º de DEzembro festeja-se em Portugak porque tudo começou em 1578. D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer-Quibir, no norte de África. Portugal ficou, assim, sem rei, pois D. Sebastião era muito novo e ainda não tinha filhos e não havia herdeiros directos para a coroa portuguesa.
Assim, quem subiu ao trono foi o Cardeal D. Henrique, que era tio-avô de D. Sebastião. Mas só reinou durante dois anos porque nem todos estavam de acordo com ele como novo rei.
Mas estas coisas nunca são simples, houve muitos pretendentes e isto deu muita confusão...
Em 1580, nas Cortes de Tomar, Filipe II, rei de Espanha, foi escolhido como o novo rei de Portugal. A razão para a escolha foi simples: Filipe II era filho da infanta D. Isabel e também neto do rei português D. Manuel, por isso tinha direito ao trono.
Durante 60 anos, viveu-se em Portugal um período que ficou conhecido na História como "Domínio Filipino". Depois do reinado de Filipe II (I de Portugal), veio a governação de Filipe III (II de Portugal) e Filipe III (de Portugal). Estes reis governavam Portugal e Espanha ao mesmo tempo, como um só país.
Na altura, a Duquesa de Mântua era vice-rainha e Miguel de Vasconcelos era escrivão da Fazenda do Reino. Tinha imenso poder.
No dia 1 de Dezembro de 1640, os Restauradores mataram-no a tiro e foi defenestrado (atirado da janela abaixo) no Paço da Ribeira.
Filipe III abandonou o trono de Portugal e os portugueses escolheram D. João IV, duque de Bragança, como novo rei. E foi aí que se deu a restauração da independência dando início à Dinastia de Bragança.
É por esta razão que se comomora o 1 de Dezembro em Portugal

FUTEBOL POPULAR

Um hino ao futebol de ataque

CASTELÕES x GÉMEOS 5-3

2ª Divisão 3ª Jornada

Campo: Castelões

Arbitro: Domingos Osvaldo

Árbitros Assistentes: Manuel Lúcio e António Carneiro

CASTELÕES: Zé I; Hugo, André, Pedro e Zé Gonça (Né 46); Zé II, Luís, Bruno Costa e Chico (Betinho 72); Fernando e Daniel (Pica 72).

Treinador: José Santos

GÉMEOS: Tiago I; Carlos, Filipe, Diogo e Nuno; Espanhol (Tiago II 75), Alex (Marta (90), Marco e Flávio (Vítor 78); Bruno e Jardel (Macedo 90).

Treinador: José Mendes

Ao Intervalo: 2-2

Marcadores: Daniel (6), Nuno (17 gp), Fernando (40), Bruno (42), Luís (46), Jardel (54), Bruno Costa (80) e Pica (86)

Disciplina: cartão amarelo a Hugo, Luís e Betinho (Castelões), Nuno, Marco e Macedo (Gémeos)

Os dois clubes aproveitaram a paragem dos campeonatos vimaranenses, motivada pela realização da primeira jornada da Taça Federação de Futebol Popular do Norte, para fazer este jogo que se encontrava em atraso referente à terceira jornada.

Um jogo com muitos golos, que è sempre motivo para satisfação daqueles que gostam de ver a bola bater no fundo das redes e torna o espectáculo mais apelativo. O Castelões marcou logo aos seis minutos, um bom golo obtido por Daniel, que se antecipou a os centrais de Gémeos, demasiado estáticos (aliás foi prática, durante todo o encontro, os avançados superiorizarem ás defesas). Mas como a ordem era para marcar golos, o Gémeos empatou, passados poucos minutos, na marcação de uma grande penalidade desta vez executada por Nuno e voltou-se a estaca zero. Esse cenário repetiu-se muitas vezes, e, “chegou-se a pensar, que os dois conjuntos tinham feito um pacto”, agora marco eu, agora marcas tu. È claro que isto è pura especulação, para dizer que sempre que Castelões marcava, o Gémeos igualava, razão porque o jogo manteve-se empatado até aos 3-3. A equipa da casa nunca esteve em desvantagem, mas a igualdade no marcador subsistiu até aos oitenta minutos, altura em que obtiveram dois golos de rajada e mataram o jogo. Desta vez a formação de Gémeos não reagiu, o que se explica pelo esforço despendido até essa altura, num cenário de mau tempo, e a forma como todos os atletas se entregaram ao jogo. Não esta em causa a justiça da vitória, porque nos últimos dez minutos, a equipa da casa foi mais empreendedora, e por isso mereceu os três pontos. Mas o Gémeos, pelo que contribuiu para o espectáculo, talvez a diferença mínima se ajustasse melhor aos desempenho das duas equipas. Foi de facto um bom jogo de futebol, com muitos golos, que è sempre de referir pelo que eles representam, em qualquer jogo, independentemente do escalão. Um hino ao futebol.

RESULTADOS

JOGOS INTER-CONCELHOS

No passado fim-de-semana, realizou-se a 1ª Jornada da Taça Federação de Futebol Popular do Norte. As equipas de Guimarães estiveram aquém das prestações das épocas anteriores, principalmente o S. Cristóvão e a Valinha.

Exigia-se mais do S. Cristóvão que nos habituou a vencer em qualquer concelho, e a Valinha, pelo que está a fazer no campeonato interno.

O Infias obteve um empate precioso na sua deslocação a Fafe, perante uma equipa experiente nestas andanças.

O Abação recebeu o representante da Trofa, nesta competição, e brindou-os com uma goleada à moda antiga.

Resultados

VALINHA x BAGUNTE (V. Conde) 0-2

ABAÇÃO x JUV. TROFA (Trofa), 7-1

RIBEIROS (Fafe) x INFIAS, 2-2

PARADELA (Barcelos) x S. CRISTÓVÃO, 2-0

Próximos Jogos

1ª Divisão (9ª Jornada)

Pinheiro x Atães

Abação x S. Cristóvão

Montesinhos x Infantas

Un. Cano x Infias

Matamá x S. Faustino

Valinha x Tagilde

2ª Divisão (5ª Jornada)

Os Mesmos x Salgueiral

Santiago x Gémeos

Calvos x Castelões

Atlético x S. Romão

Folga: Serzedo

domingo, 22 de Novembro de 2009

FUTEBOL POPULAR

Jogo emotivo devido à incerteza do resultado que durou até ao último minuto

ATÃES - ABAÇÃO 1-1

1ª Divisão 8ª Jornada

Campo: Atães

Arbitro: Carlos Ribeiro

Árbitros Assistentes: Agostinho Coelho e Fernando Fernandes

ATÃES: Cavaco; Simão, Arlindo, Ricardo e João; Vitinha (Marques 46), Sérgio Mendes (Huguinho 75), Mariano e Neca; Pedro e Faria (Fábio 60).


Treinador: Joaquim Vieira



ABAÇÃO: Cabeças; Preto, André, César (Romeu 40) e Nelso (Romeu Costa 67); Filipe Fernandes, Rui (Miguel 68), Nuno Leite (Hugo 60) e Paulinho Batata (67); Bruno e Sidónio.


Treinador: Joaquim Dias

Ao Intervalo: 1-1

Marcadores: Bruno (35) e Pedro (42

Disciplina: cartão amarelo a Vitinha e Ricardo (Atães) Filipe Fernandes, Nelson, César, Bruno, Sidónio, Paulinho, Batata, Miguel e Romeu (Abação)

Foi de facto um jogo com um grau de emotividade acima da média, que, se explica, por duas ordens de razão. Primeiro, porque as duas formações estavam a dois pontos na tabela classificativa (Atães 3º 13 p e Abação 4º 11p). Se o Abação vencesse ultrapassava o Atães, que não queria perder, para não descolar dos lugares da frente e manter-se na corrida ao título. Com este empate o Atães manteve o 3º lugar e o Abação foi ultrapassado pelo Matamá e o Tagilde.


Segundo, porque a equipa de Abação, pratica um futebol musculado, aguerrido, uma cultura implementada na equipa há muitos anos…como se diz na gíria, “deixam a pele em campo”, razão porque os jogos onde intervêm são sempre de intensidade alta.


Logo de inicio pareceu-nos que a equipa da casa utilizava um sistema de jogo mais organizado, apesar da chuva e muito vento que se fez sentir durante o jogo, optou pelo futebol apoiado, mais vistoso, enquanto os visitantes escolheram o futebol mais directo, mais desgastante, mas se calhar mais eficiente. Foram os primeiros a ameaçar as balizas de Cavaco, que viu o Paulinho, na sua cara, falhar um golo (32’), que nem ele acredita como conseguiu fazer aquele disparate.



Mas o aviso estava dado, e passados três minutos, o Bruno, numa situação menos favorável não perdoou (35’). Para além de remediar a falha do seu companheiro, colocou a equipa na frente do marcador, uma situação confortável a 10 minutos do intervalo. Mas por pouco tempo. Como diz o povo, a “necessidade faz andar da perna” os pupilos do Joaquim Vieira foi atrás do prejuízo e conseguiram o empate a três minutos do descanso. Na Marcação de um livre, a defesa forasteira não aliviou da melhor forma a bola, e na recarga, o Pedro restabeleceu a igualdade, resultado com que terminou a primeira parte. Na segunda parte o jogo baixou de intensidade e qualidade, devido esforço despendido pelos atletas no primeiro período. Algumas mexidas no xadrez das equipas pelos seus treinadores, e ainda, pelo estado do terreno, que apesar de o piso ser muito bom, as chuvas intensas que caíram, antes e durante a primeira parte, deixaram a suas marcas. Mesmo assim o jogo continuou vivo com as duas equipas a tentar o golo da vitória, tiveram algumas oportunidades para o fazer, mas a actuação dos dois sectores defensivos não o consentiu. Também a partir de certa altura, como a frescura física já não era a mais desejável, os jogadores foram assimilando no seu subconsciente, que quem marcasse um golo vencia a partida, e pensaram…è melhor um ponto na nossa conta que três na classificação do nosso adversário.



Foi um bom jogo, apesar das condicionastes atrás referidas, razão porque, depois do esforço despendido pelos dois conjuntos, seria uma injustiça alguém sair derrotado.





Resultados Gerais



1º Divisão (8ª Jornada)



Pinheiro x Valinha, 0-1



Atães x Abação, 1-1



S. Cristóvão x Montesinhos, 1-1



Infantas x Un. Cano, 2-7



Infias x Matamá, 0-1



S. Faustino x Tagilde, 2-4





2ª Divisão (4ª Jornada)



Salgueiral x Santiago, 2-3



Gémeos x Calvos, 1-1



S. Romão x Os Mesmos, 0-8



Serzedo x Atlético, 4-3



Folgou: Castelões





JOGOS INTER-CONCELHOS



No Próximo fim-de-semana realiza-se a 1ª Jornada da Taça Federação de Futebol Popular do Norte, com a participação de quatro equipas de Guimarães.





VALINHA x BAGUNTE (V. Conde)



ABAÇÃO x JUV. TROFA (Trofa)



RIBEIROS (Fafe) x INFIAS



PARADELA (Barcelos) x S. CRISTÓVÃO





António Araújo














sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

20 ANOS A CONVENÇÃO PARA OS DIREITOS DA CRIANÇA

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Durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 20 de Novembro de 1989, representantes de centenas de países aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança. Ela foi adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, porém, voltada para as crianças.

1- Todas as crianças são iguais e têm os mesmo direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou

       Nacionalidade.

2- Toda criança deve ser protegida pela família, pela sociedade e pelo Estado, para que possa se desenvolver física e

       Intelectualmente.

3- Toda criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade

4- Toda criança tem direito a alimentação e ao atendimento médico, antes e depois do seu nascimento. Esse direito também se aplica

A sua mãe

5- As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.

6- Toda criança tem direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.

7- Toda criança tem direito à educação gratuita e ao lazer

8- Toda criança tem direito de ser socorrida em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes.

9- Toda criança deve ser protegida contra o abandono e a exploração no trabalho.

10- Toda criança tem o direito de crescer em ambiente de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.



terça-feira, 17 de Novembro de 2009

NÃO PENSE QUE SÓ ACONTECE AOS OUTROS.

sem comentários

39 Mortos e 187 feridos graves. É este o balanço da sinistralidade rodoviária, entre 1 de Janeiro e 7 de Novembro deste ano, no distrito de Faro.

A nível nacional, em 2009 morreram até Novembro 629 pessoas vítimas de acidentes rodoviários, que provocaram ainda 2164 feridos graves e 35792 feridos ligeiros, de acordo com dados disponibilizados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

Para recordar o grave problema dos acidentes de viação hoje assinala-se o Dia da Memória, com acções em todos os distritos e Faro não é excepção. No Algarve, um desfile de motards pela EN 125 até à Ponte Internacional do Guadiana, junto à fronteira entre Portugal e Espanha, constituirá um dos momentos mais simbólicos do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada.

A acção, intitulada “Desfile pela Segurança nas Estradas/Mortes na Estrada, ajude a travar este drama”, terá início pelas 14h00, com uma concentração de centenas de motociclistas de associações, Moto Clubes e grupos motards da região, em frente ao edifício do Governo Civil de Faro.

Os participantes seguirão depois pela EN 125, até à Praça da Fronteira, junto à Ponte Internacional do Guadiana, onde se reunirão com motards vindos de Espanha. No local as cerimónias prosseguirão, pelas 16h00, com um momento evocativo das vítimas de acidentes de viação ocorridos no Algarve, às quais será dedicado um minuto de silêncio, seguido de uma largada de balões brancos e pretos.

Para além do desfile, que contará com a participação de várias entidades oficiais da região e será aberto à participação da sociedade civil, o programa que visa homenagear as vítimas da estrada e sensibilizar para a prevenção da sinistralidade rodoviária, integrará ainda diversas acções, a desenvolver com a colaboração da GNR, PSP, Corpos de Bombeiros, Protecção Civil, Institu! to Nacional de Emergência Médica, Cruz Vermelha, Associa& ccedil;ão de Escoteiros de Portugal e Corpo Nacional de Escutas, Euroscut, Brisa e Subconcessão Algarve Litoral.

Nos pontos críticos da EN 125, vão estar brigadas constituídas por elementos da GNR, PSP, Bombeiros, INEM e Cruz Vermelha, que distribuirão postais da campanha regional de prevenção da sinistralidade rodoviária aos automobilistas, visando sensibilizá-los para uma condução segura.

Entre as 15h00 e as 17h00, elementos dos Escoteiros, Escutas, Brisa e Subconcessão Algarve Litoral, irão distribuir material de sensibilização e informação sobre prevenção e combate à sinistralidade rodoviária em centros comerciais, entrepostos de abastecimento localizados na Via do Infante, portagens da Auto-estrada do Sul (A2) e EN 125.

Em comunicado, o Governador Civil de Faro, Carlos Silva Gomes insta todos os automobilistas a participar colectivamente na resolução do grave problema social, recordando que "os comportamentos seguros na estrada têm por base a plena consciencialização desta problemática, não devendo por isso ficar restritos a uma data simbólica".

“Tem de haver um trabalho contínuo, tanto colectivo como individual, para que o civismo na estrada seja uma prática constante. O respeito pelas normas e regras de trânsito é fundamental, para que as vias rodoviárias deixem de representar um risco para a vida e se transformem em locais totalmente seguros”, conclui o Governador Civil.


segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

FENERAL DO ANTIGO GUARDA-REDES DO BENFICA

40 mil pessoas na despedida a Robert Enke
O estádio do Hannover 96 acolheu, este domingo, uma multidão de cerca de 40 mil pessoas que quiseram prestar a derradeira homenagem ao guarda-redes Robert Enke, tragicamente falecido na passada terça-feira.
A cerimónia contou com a presença da equipa do Hannover, que transportou a urna, e várias figuras de vulto do futebol germânico, incluindo todos os membros da selecção alemã. Michael Ballack, o capitão da equipa, depôs uma coroa de flores junto à urna de Enke, de quem era amigo de infância.
Theo Zwanyiger, presidente da Federação Alemã de Futebol, foi um dos oradores.
«Não pensem só nas aparências, pensem também no que é intrínseco aos seres humanos, a dúvida e a fraqueza», afirmou, antes de lançar um apelo para que a morte de Enke sirva para ajudar futebolistas, dirigentes e adeptos a encararem a vida «com mais equilíbrio, mais desportivismo e mais respeito».
O Benfica, clube que Enke representou entre 1999 e 2002, esteve representado na cerimónia pelo guarda-redes Moreira e pelo vice-presidente Rui Gomes da Silva.


domingo, 15 de Novembro de 2009

FUTEBOL POPULAR

Da proximidade nasceu o derby e do derby nasceram muitos golos

MATAMÁ- INFANTAS 4-3

1ª Divisão 7ª Jornada

Campo: Matamá

Arbitro: Afilio Marques

Árbitros Assistentes: Narciso Martins e Manuel Vilaça

MATAMÁ: Paulo; Matos (Bruno 80), Hélder (Fontão 71), Lemos e Hugo; Rego, Mendes, Gala (Filipe 55) e Daniel; Ary (Miranda 55) e Miguel Mendes.

Treinador: José Cardoso

INFANTAS: Costinha; Filipina (Gusto 75), Faria, Joel e Filipe Oliveira; Antero, Paulinho, Miguel e Rafa; Miguelito (Zé Maria 46) e Abraão.

Treinador: Antero Faria

Ao Intervalo: 1-1

Marcadores: Miguel (25), Miguel Mendes (44), Paulinho (57), Rafa (75), Miranda (78), Bruno (88 e 90+2)

Disciplina: cartão amarelo a Miguel Mendes, Matos, Miranda e Fontão (Matamá), Joel, Miguel e Abraão (Infantas)

Vermelho directo a Matos (Matamá)

A experiencia diz-nos que os jogos entre rivais, o chamado derby, por se tratar de Clubes vizinhos, neste caso da mesma freguesia, são sempre disputados num clima de tensão, e por isso, com poucos golos porque ninguém quer perder.

Mas este “duelo” entre vizinhos serve de exemplo para outros, porque não houve tensão, para além do normal em qualquer jogo de futebol, marcaram-se muitos golos, que são o sal do futebol, e este jogo ficou bem temperadinho.

O Matamá jogava no seu campo e sentia que tinha a responsabilidade, perante os seus seguidores, de ir para a frente, assumindo a tal dinâmica de vitória, que lhes era exigido pelo simples facto de jogar em casa. Quem joga na qualidade de anfitrião com equipas do mesmo nível, tem à partida alguns pingos favoritismo, que depois terá que mostrar dentro das quatro linhas.

Sentido isso mesmo, os homens de Matamá procuraram instalar-se no meio campo do seu querido inimigo, conseguiram-no durante alguns minutos, e nesse período, criaram algumas situações de baliza aberta, mas os seus avançados, por inércia ou falta de pontaria não acertavam no alvo.

O Infantas foi se reorganizando, foi estudando o seu vizinho, e ensaiando jogadas rápidas, a dizer que estavam ali para discutir os pontos e foram mesmo os primeiros a marcar (25’). Um golo de Miguel, que aproveitou da melhor forma uma distracção dos centrais caseiros. Mas o jogo estava aberto e o outro Miguel (Mendes), fez 1-1 mesmo em cima do intervalo e voltou tudo à estaca Zero. Para a segunda parte o Antero Faria mexeu na equipa, deixou no balneário o Miguelito e entrou para o seu lugar Zé Maria. A equipa ficou mais equilibrada e logo a seguir passou novamente para à frente no marcador. Mas estava escrito que ia haver muitos golos, e a confirma-lo, a equipa da casa não demorou muito a restabelecer a igualdade. Golo cá golo lá, os visitantes passaram novamente para a frente, numa altura em que faltavam 15 minutos para os noventa. Ninguém acreditava que o Infantas ia deixar fugir a vitória, porque nessa altura estava a jogar melhor e com mais um elemento em campo. Mas o José Cardoso, conseguiu tirar um “coelho da cartola”. Fez saír o defesa direito Matos, lançou no jogo o irrequieto Bruno, que viria a ser a figura do jogo. Marcou dois golos, em quatro minutos, que deram uma preciosa vitória á sua equipa, quando já poucos acreditavam. O Matamá acabou por merecer vitória, porque explorou, o “deixa passar o tempo”, por parte dos forasteiros, que apesar de tudo merecem o respeito de todos os intervenientes no jogo, pela sua postura em campo.

Grande derby, grande jogo de futebol, a merecer os aplausos dos muitos amantes do futebol popular que assistiram ao jogo.

Resultados gerais

1ª Divisão (7ª Jornada)

Abação x Pinheiro, 1-4

Montesinhos x Atães, 3-1

Un. Cano x S. Cristóvão, 1-0

Matamá x Infantas. 4-3

Tagilde x Infias, 1-0

Valinha x S. Faustino, 1-0

2ª Divisão (3ª Jornada)

Calvos x Salgueiral, 4-1

Castelões x Gémeos (ad 19-12),

Santiago x S. Romão, 5-1

Os Mesmos x Serzedo, 0-1

S. Lourenço x Atlético (nr)

Próximos jogos

1ª Divisão (8ª Jornada)

Pinheiro x Valinha

Atães x Abação

S. Cristóvão x Montesinhos

Infantas x Un. Cano

Infias x Matamá

S. Faustino x Tagilde

2ª Divisão (4ª Jornada)

Salgueiral x Santiago

Gémeos x Calvos

Castelões x S. Lourenço

S. Romão x Os Mesmos

Serzedo x Atlético

António Araújo


sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

SEXTA FEIRA "13" SORTE OU AZAR

Uma das muitas história da sexta-feira 13

São três as explicações mais conhecidas, mas a mais forte delas tem sua raiz na crença católica.

O verdadeiro azar é, quando se sentam 13 pessoas a uma mesa e só há 12 bifes. O 13º è o azarado.

A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. Há muitas explicações para isso. A mais forte delas, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.

Mas mais antigo que isso, porém, são as duas versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demónio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

O número 13

A crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é estimado como símbolo de boa sorte. O argumento dos optimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.